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Module 2 • Intercultural and inclusive education Texto
Module image Intercultural and inclusive education
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A educação intercultural é uma abordagem do ensino e da aprendizagem que foca na compreensão, no respeito e na valorização da diversidade cultural. Vai além do simples reconhecimento de que as pessoas têm origens diferentes — incentiva ativamente o diálogo, a empatia e a cooperação entre pessoas de diferentes culturas. O objetivo é reduzir o preconceito, a discriminação e o racismo, além de estimular os alunos a desenvolverem competências interculturais como: empatia, pensamento crítico, abertura ao novo e comunicação entre culturas.

Elementos-chave da educação intercultural:

  • Reconhecimento da diversidade: reconhece que salas de aula e sociedades são compostas por pessoas de diferentes origens culturais, étnicas, religiosas e linguísticas.
  • Respeito e compreensão mútuos: promove o respeito por todas as culturas e ensina os alunos a compreender diferentes perspetivas.
  • Diálogo e interação: estimula a comunicação aberta entre pessoas de diferentes culturas, com o objetivo de reduzir preconceitos e conflitos.
  • Inclusão e equidade: defende igualdade de oportunidades para todos os alunos, incluindo os oriundos de minorias ou de contextos migrantes.
  • Pensamento crítico: ensina os alunos a questionar estereótipos, desafiar a discriminação e refletir sobre as suas próprias suposições culturais.

 

Desafio nas Sociedades Atuais

Com a globalização e as migrações, a diversidade cultural nas sociedades aumentou. Isso exige que educadores e professores — desde o pré-escolar — estejam preparados para oferecer uma educação de qualidade, inclusiva e eficaz para todas as crianças.

As crianças de família de minorias étnicas e/ou de baixos rendimentos são menos frequentemente matriculadas em escolas e pré-escolares e, quando matriculadas estas crianças são mais atendidas em instituições de ensino de qualidade inferior à dos seus pares.No contexto educativo percebe-se que estas crianças têm menor probabilidade de frequentar escolas e pré-escolas e, quando o fazem, estão muitas vezes em instituições de menor qualidade.

 As principais barreiras incluem:

  • Baixo nível socioeconómico
  • Baixo nível de escolaridade dos pais;
  • Rendimento familiar baixo ou desemprego parental;
  • Residência em bairros pobres, zonas rurais ou comunidades marginalizadas;
  • Origem étnica minoritária, afetada pelo tempo de residência dos pais no país e pelo domínio da língua local.

 

Face ao exposto, é por isso necessário tornar os serviços educativos não só mais acolhedores para aqueles que já lá estão, mas também mais acessíveis para aqueles que irão integrar.

Como tornar os serviços educativos acessíveis e acolhedores?

  1. Disponibilidade: Serviços de qualidade, especialmente em áreas desfavorecidas.
  2. Sustentabilidade: Serviços acessíveis a todos.
  3. Acessibilidade: Eliminar barreiras linguísticas e burocráticas, rever critérios de listas de espera, etc.
  4. Utilidade: Dar voz às famílias e às suas necessidades; oferecer flexibilidade de horários.
  5. Compreensibilidade: Partilhar e negociar significados e práticas com as famílias.

 

Os serviços educativos enfrentam um duplo desafio:

  • Incluir e fazer participar crianças e famílias de contextos vulneráveis, para mitigar os riscos de exclusão e discriminação;
  • Evitar abordagens estereotipadas ou "direcionadas", que podem reforçar a exclusão em vez de a combater.

Por isso, é essencial valorizar a diversidade e as semelhanças de todos, promovendo o diálogo, a negociação e a participação ativa de crianças e famílias.

A educação intercultural deve ser uma prática diária, com todas as crianças e famílias, promovendo inclusão para todos.
Não é uma área separada das ciências da educação, mas uma perspetiva crítica e reflexiva que atravessa todas as práticas pedagógicas.
As competências necessárias não são “especiais”, mas devem estar presentes em todos os profissionais que trabalham com pessoas.

 

Em suma:

Acredita-se que é necessário investir:

  1. No desenvolvimento de competências individuais dos profissionais da educação, e também criar sistemas de competências para orientar o trabalho coletivo.
  2. A nível sociopedagógicos como político, especialmente em:
    • Formação inicial e contínua de qualidade, com foco nas competências relacionais e reflexivas;
    • Trabalho em rede;
    • Apoio pedagógico contextualizado e contínuo;
    • Políticas que garantam a presença de famílias diversas (cultural, socioeconômica e de gênero);
    • Equilíbrio de diversidade também entre educadores e funcionários;
    • Desenvolvimento de competências culturais, relacionais, reflexivas e metodológicas (ex.: escuta ativa, planeamento, observação, documentação, avaliação);
    • Valorização do desenvolvimento emocional, cognitivo e social;
    • Criação de colaborações enriquecedoras com famílias e comunidades.

Intercultural education an approach to teaching and learning that focuses on understanding, respecting, and valuing cultural diversity. It goes beyond simply recognizing that people have different backgrounds—it actively encourages dialogue, empathy, and cooperation between people of different cultures. The goal is to reduce prejudice, discrimination, and racism, and encourage students to develop intercultural skills such as empathy, critical thinking, openness to new ideas, and cross-cultural communication.

 

Key elements of intercultural education:

  • Recognition of diversity: recognizes that classrooms and societies are made up of people from different cultural, ethnic, religious and linguistic backgrounds.
  • Mutual respect and understanding: promotes respect for all cultures and teaches students to understand different perspectives.
  • Dialogue and interaction: encourages open communication between people from different cultures, with the aim of reducing prejudice and conflict.
  • Inclusion and equity: advocates for equal opportunities for all students, including those from minority or migrant backgrounds.
  • Critical thinking: teaches students to question stereotypes, challenge discrimination, and reflect on their own cultural assumptions.

 

 

Challenge in Today’s Societies…

 

With globalization and migration, cultural diversity in societies has increased. This requires that educators and teachers—from preschool onward—be prepared to provide a quality, inclusive, and effective education for all children.

Children from ethnic minority and/or low-income families are less frequently enrolled in schools and preschools, and when enrolled, these children are more often served in educational institutions of lower quality than their peers. In the educational context, these children are less likely to attend schools and preschools, and when they do, they are often in lower-quality institutions.

 

The main barriers include:

  • Low socioeconomic level;
  • Low level of education of parents;
  • Low family income or parental unemployment;
  • Residence in poor neighborhoods, rural areas or marginalized communities;
  • Ethnic minority origin, affected by the length of time parents have lived in the country and their command of the local languages.

     

In light of the above, it is therefore necessary to make educational services not only more welcoming for those already there, but also more accessible for those who will join.

 

How to make educational services accessible and welcoming?

1.Availability:Quality services, especially in disadvantaged areas.

2.Sustainability:Services accessible to all.

3.Accessibility:Eliminate language and bureaucratic barriers, review waiting list criteria, etc.

4.Utility:Give families and their needs a voice; offer flexible schedules.

5.Comprehensibility:Sharing and negotiating meanings and practices with families.

 

Educational services face a double challenge:

 

  • Include and involve children and families from vulnerable backgrounds, to mitigate the risks of exclusion and discrimination;
  • Avoid stereotypical approaches "targeted", which can reinforce exclusion rather

 

than combat it.

 

Therefore, it is essential to value the diversity and similarities of everyone, promoting dialogue, negotiation, and the active participation of children and families.

 

Intercultural education should be a daily practice, with all children and families, promoting inclusion for all.

It is not a separate area of educational sciences, but acritical and reflective perspective that permeates all pedagogical practices.

The necessary skills are not “special”, but must be present in all professionals who work with people.

 

In short:

 

It is believed that it is necessary to invest:

 

1.In the development of individual skills of education professionals and also create competency systems to guide collective work.

 

2.At a socio-pedagogical and political level, especially in:

 

  • the Quality initial and ongoing training, focusing on relational and reflective skills;
  • the Networking;

 

  • the Contextualized and continuous pedagogical support;

 

  • the Policies that guarantee the presence of diverse families (culturally, socioeconomically and gender-wise);

 

  • the Balance of diversity also among educators and staff;

 

  • the Development of cultural, relational, reflective and methodological skills (e.g., active listening, planning, observation, documentation, evaluation);

 

  • the Valuing emotional, cognitive and social development;

 

  • the Creating enriching collaborations with families and communities.

 

L’educazione interculturale è un approccio all’insegnamento e all’apprendimento che si concentra sulla comprensione, il rispetto e la valorizzazione della diversità culturale. Va oltre il semplice riconoscere che le persone hanno origini diverse: incoraggia attivamente il dialogo, l’empatia e la cooperazione tra persone di culture differenti. L’obiettivo è ridurre pregiudizi, discriminazione e razzismo, e favorire lo sviluppo negli studenti di competenze interculturali come empatia, pensiero critico, apertura a nuove idee e comunicazione interculturale.

Elementi chiave dell’educazione interculturale:

● Riconoscimento della diversità: riconosce che le classi e le società sono composte da persone con differenti background culturali, etnici, religiosi e linguistici.

● Rispetto e comprensione reciproci: promuove il rispetto per tutte le culture e insegna agli studenti a comprendere punti di vista differenti.

● Dialogo e interazione: incoraggia la comunicazione aperta tra persone di culture diverse, con l’obiettivo di ridurre pregiudizi e conflitti.

● Inclusione e equità: sostiene pari opportunità per tutti gli studenti, compresi quelli provenienti da minoranze o contesti migratori.

● Pensiero critico: insegna agli studenti a mettere in discussione stereotipi, sfidare la discriminazione e riflettere sulle proprie assunzioni culturali.

 

 

La sfida nelle società odierne…

Con la globalizzazione e la migrazione, la diversità culturale nelle società è aumentata. Questo richiede che educatori e insegnanti—dalla scuola dell’infanzia in poi—siano preparati a offrire un’istruzione di qualità, inclusiva ed efficace per tutti i bambini.

I bambini provenienti da famiglie appartenenti a minoranze etniche e/o a basso reddito sono meno frequentemente iscritti a scuole e asili, e quando lo sono, spesso frequentano istituzioni educative di qualità inferiore rispetto ai loro coetanei. Nel contesto educativo, questi bambini hanno meno probabilità di frequentare scuole e asili e, quando lo fanno, sono spesso collocati in istituti di qualità inferiore.

Le principali barriere includono:

● Basso livello socioeconomico

● Basso livello di istruzione dei genitori

● Basso reddito familiare o disoccupazione dei genitori

● Residenza in quartieri poveri, aree rurali o comunità emarginate

● Appartenenza a minoranze etniche, influenzata dalla durata della permanenza dei genitori nel paese e dalla loro conoscenza della lingua locale

 

Alla luce di quanto detto, è quindi necessario rendere i servizi educativi non solo più accoglienti per chi già li frequenta, ma anche più accessibili per chi vi si unirà in futuro.

Come rendere i servizi educativi accessibili e accoglienti?

  1. Disponibilità: Servizi di qualità, specialmente nelle aree svantaggiate.
  2. Sostenibilità: Servizi accessibili a tutti.
  3. Accessibilità: Eliminare le barriere linguistiche e burocratiche, rivedere i criteri delle liste d’attesa, ecc.
  4. Utilità: Dare voce alle famiglie e ai loro bisogni; offrire orari flessibili.
  5. Comprensibilità: Condividere e negoziare significati e pratiche con le famiglie.

I servizi educativi affrontano una doppia sfida:

● Includere e coinvolgere bambini e famiglie provenienti da contesti vulnerabili, per mitigare i rischi di esclusione e discriminazione;

● Evitare approcci stereotipati “mirati”, che possono rafforzare l’esclusione anziché contrastarla.

Pertanto, è essenziale valorizzare la diversità e le somiglianze di tutti, promuovendo il dialogo, la negoziazione e la partecipazione attiva di bambini e famiglie.

 

L’educazione interculturale dovrebbe essere una pratica quotidiana, con tutti i bambini e le famiglie, promuovendo l’inclusione per tutti.
Non è un’area separata delle scienze dell’educazione, ma una prospettiva critica e riflessiva che permea tutte le pratiche pedagogiche.
Le competenze necessarie non sono “speciali”, ma devono essere presenti in tutti i professionisti che lavorano con le persone.

 

In sintesi:

Si ritiene necessario investire:

  1. Nello sviluppo delle competenze individuali dei professionisti dell’educazione e nel creare sistemi di competenze per guidare il lavoro collettivo.
  2. A livello socio-pedagogico e politico, in particolare in:

● La formazione iniziale e continua di qualità, con focus sulle competenze relazionali e riflessive;
● Il networking;
● Il supporto pedagogico contestualizzato e continuo;
● Le politiche che garantiscano la presenza di famiglie diverse (culturalmente, socioeconomicamente e di genere);
● L’equilibrio della diversità anche tra educatori e personale;
● Lo sviluppo di competenze culturali, relazionali, riflessive e metodologiche (es. ascolto attivo, pianificazione, osservazione, documentazione, valutazione);
● La valorizzazione dello sviluppo emotivo, cognitivo e sociale;
● La creazione di collaborazioni arricchenti con famiglie e comunità.

 

Az interkulturális nevelés olyan tanítási és tanulási megközelítés, amely a kulturális sokszínűség megértésére, tiszteletére és értékelésére összpontosít. Többet jelent annál, mint csupán elismerni, hogy az emberek különböző háttérrel rendelkeznek: aktívan ösztönzi a párbeszédet, az empátiát és az együttműködést különböző kultúrájú emberek között. Célja az előítéletek, a diszkrimináció és a rasszizmus csökkentése, valamint olyan interkulturális kompetenciák fejlesztése a tanulókban, mint az empátia, a kritikus gondolkodás, a nyitottság új ötletek iránt és az interkulturális kommunikáció.

Az interkulturális nevelés kulcselemei:

A sokszínűség elismerése: felismeri, hogy az osztályok és a társadalmak különböző kulturális, etnikai, vallási és nyelvi hátterű emberekből állnak.

Kölcsönös tisztelet és megértés: előmozdítja minden kultúra iránti tiszteletet, és megtanítja a diákokat arra, hogy megértsék a különböző nézőpontokat.

Párbeszéd és interakció: nyílt kommunikációra ösztönöz különböző kultúrákból érkező emberek között, az előítéletek és konfliktusok csökkentése érdekében.

Befogadás és méltányosság: egyenlő lehetőségeket támogat minden tanuló számára, beleértve a kisebbségi vagy migráns hátterű gyermekeket is.

Kritikus gondolkodás: segít a tanulóknak megkérdőjelezni a sztereotípiákat, fellépni a diszkrimináció ellen és reflektálni saját kulturális feltételezéseikre.

A mai társadalmak kihívása…

A globalizáció és a migráció következtében a kulturális sokszínűség növekszik. Ez megköveteli, hogy a pedagógusok – már az óvodától kezdve – felkészültek legyenek arra, hogy minden gyermek számára inkluzív, minőségi és hatékony oktatást biztosítsanak.

Az etnikai kisebbségekből és/vagy alacsony jövedelmű családokból származó gyermekek ritkábban járnak iskolába vagy óvodába, és ha mégis, gyakran alacsonyabb minőségű intézményekbe kerülnek, mint társaik. Az oktatási környezetben ezek a gyermekek kisebb eséllyel vesznek részt intézményi nevelésben, és gyakrabban kerülnek gyengébb minőségű intézményekbe.

A fő akadályok:

● Alacsony társadalmi-gazdasági státusz
● A szülők alacsony iskolai végzettsége
● Alacsony családi jövedelem vagy a szülők munkanélkülisége
● Szegény környéken, vidéki vagy marginalizált közösségekben élés
● Etnikai kisebbséghez tartozás, amit befolyásol a szülők tartózkodásának időtartama az országban és a helyi nyelvismeretük

Mindezek fényében szükségessé válik, hogy az oktatási szolgáltatások ne csak a jelenlegi résztvevők számára legyenek befogadóbbak, hanem azok számára is, akik a jövőben csatlakoznak majd.

Hogyan lehet az oktatási szolgáltatásokat hozzáférhetővé és befogadóvá tenni?

Elérhetőség: Minőségi szolgáltatások biztosítása, különösen a hátrányos helyzetű területeken.
Fenntarthatóság: Mindenki számára hozzáférhető szolgáltatások.
Hozzáférhetőség: Nyelvi és adminisztratív akadályok csökkentése, a várólisták kritériumainak felülvizsgálata stb.
Hasznosság: A családok igényeinek meghallgatása; rugalmas nyitvatartási idők.
Érthetőség: A jelentések és gyakorlatok megosztása és közös értelmezése a családokkal.

Az oktatási szolgáltatások kettős kihívással szembesülnek:

● Befogadni és bevonni a sérülékeny helyzetű családokat és gyermekeket az esélyegyenlőtlenség és a diszkrimináció csökkentése érdekében;
● Elkerülni a sztereotipizáló, „célzott” megközelítéseket, amelyek inkább növelik, mint csökkentik a kirekesztést.

Ezért lényeges, hogy mindenki sokszínűségét és hasonlóságát értékeljük, és előmozdítsuk a párbeszédet, az együttműködést és a családok aktív részvételét.

Az interkulturális nevelésnek mindennapi gyakorlatnak kell lennie minden gyermekkel és családdal, elősegítve az inklúziót.
Nem az oktudományok különálló területe, hanem kritikai és reflexív szemlélet, amely átszövi a pedagógiai gyakorlatokat.
A szükséges kompetenciák nem „különlegesek”, hanem minden olyan szakemberre jellemzőek kell legyenek, akik emberekkel dolgoznak.

Összefoglalva:

Szükséges befektetni:

A pedagógusok egyéni kompetenciáinak fejlesztésébe, valamint olyan kompetenciarendszerek kialakításába, amelyek a közös szakmai munkát támogatják.

Társadalmi–pedagógiai és politikai szinten különösen a következőkbe:

● Minőségi alap- és továbbképzés, a kapcsolati és reflexív kompetenciák fejlesztésére fókuszálva;
● Hálózatépítés;
● Kontextualizált és folyamatos pedagógiai támogatás;
● Olyan politikák, amelyek biztosítják a kulturálisan, szocioökonómiailag és nemi szempontból sokszínű családok jelenlétét;
● Sokszínűség biztosítása a pedagógusok és a személyzet körében is;
● Kulturális, kapcsolati, reflexív és módszertani kompetenciák fejlesztése (pl. aktív figyelem, tervezés, megfigyelés, dokumentálás, értékelés);
● Az érzelmi, kognitív és szociális fejlődés megbecsülése;
● Gazdagító együttműködések kialakítása a családokkal és a közösségekkel.


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